Quantas linhas deve ter a redação do concurso?

Por Redação
21/02/2026 11h41 – Atualizado há 5 dias

Uma das dúvidas mais comuns entre candidatos de concursos públicos e vestibulares é: afinal, quantas linhas deve ter a redação? A resposta varia de acordo com o edital, mas ignorar esse detalhe pode custar pontos preciosos e até mesmo levar à eliminação.

A extensão do texto é um critério técnico de avaliação. Bancas examinadoras costumam estabelecer um número mínimo e máximo de linhas para garantir que o candidato desenvolva o tema de forma adequada, com introdução, desenvolvimento e conclusão bem estruturados.

Escrever menos do que o mínimo exigido pode gerar penalizações severas. Por isso, compreender a estratégia correta para atingir o número ideal de linhas é essencial para evitar prejuízos na nota final.

O que dizem os editais sobre o número de linhas

Cada concurso possui regras próprias sobre o tamanho da redação. Em geral, os editais estabelecem um limite mínimo entre 20 e 30 linhas e um máximo que pode chegar a 30 ou 40 linhas, dependendo da prova e do nível de complexidade exigido.

Essas orientações aparecem claramente no edital e na folha oficial de redação. É fundamental ler atentamente essas instruções antes de começar a escrever, pois o descumprimento do limite pode resultar em descontos automáticos na pontuação.

Se o candidato ultrapassar o número máximo de linhas, o avaliador geralmente desconsidera o que foi escrito além do limite. Já quando o texto fica abaixo do mínimo, a penalização costuma ser mais rigorosa, podendo reduzir significativamente a nota.

Por que a brevidade pode prejudicar a nota

Escrever pouco não significa escrever melhor. Redações muito curtas costumam indicar falta de argumentação, superficialidade na análise do tema ou ausência de estrutura textual adequada. Por isso, a brevidade excessiva é vista negativamente pelas bancas.

Uma redação com poucas linhas pode não apresentar repertório suficiente, exemplos consistentes ou uma conclusão bem elaborada. Como a avaliação considera critérios como coesão, coerência e desenvolvimento de ideias, textos curtos tendem a perder pontos nesses aspectos.

Além disso, a extensão mínima existe justamente para garantir que o candidato demonstre domínio da norma padrão e capacidade de argumentação. Não atingir esse limite pode transmitir a impressão de despreparo.

A estratégia ideal para não ser penalizado

A melhor estratégia é sempre escrever próximo ao limite máximo permitido, sem ultrapassá-lo. Isso aumenta as chances de desenvolver melhor os argumentos e cumprir todos os critérios avaliativos exigidos pela banca.

Uma técnica eficiente é planejar a redação antes de iniciar a escrita. Dividir mentalmente o texto em introdução, dois ou três parágrafos de desenvolvimento e conclusão ajuda a distribuir bem as ideias e atingir o número adequado de linhas.

Também é importante evitar parágrafos muito curtos. Desenvolver cada argumento com clareza e exemplos consistentes contribui para ampliar o texto de forma natural, sem recorrer a repetições ou conteúdos irrelevantes.

Como treinar o tamanho ideal da redação

Durante a preparação para concursos, o candidato deve treinar redações dentro do limite real de linhas exigido pelas provas. Utilizar folhas pautadas semelhantes às oficiais ajuda a ter noção do espaço e da proporção do texto.

Com o tempo, torna-se mais fácil identificar quantas linhas cada parte da redação costuma ocupar. Essa prática reduz a ansiedade na hora da prova e evita surpresas desagradáveis, como perceber no final que o texto ficou curto demais.

Dominar a extensão ideal da redação é tão importante quanto ter bons argumentos. Respeitar o número de linhas demonstra atenção às regras do edital e garante que o candidato não seja penalizado por um erro simples, mas decisivo.